Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré

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Diocese de Santos

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A inseparável relação entre o amor a Deus e o amor ao próximo!
BASÍLICA 06-08-2026

Deixando aqui um pouco da tarde bem-sucedida que tivemos quando da visita às residentes em uma casa de repouso para idosas, em Santos.
Consideramos importante o estar perto de quem se doou uma vida inteira e hoje está longe do lar e, por vezes, distante da família em sua vida diária, mas que encontra corações aquecidos pelo amor de Deus e que abrandam a solidão.
Preparar-se para o encontro com elas já foi abastecer-se na fonte do Amor e do servir com o objetivo de despertar bem-estar, favorecer a ideia de diversão levando alegria e descontração, colher lembranças felizes, além de despertar sentimentos de amor e carinho.
Para isso, na "bagagem", levamos jogos, objetos que trouxeram estímulos à mente, ou gestos corporais, complementando a estes o saber ouvir com respeito, dando atenção ao que elas tinham a nos dizer.
A expressão de curiosidade para com o que iríamos oferecer demonstrou que o envelhecimento não anula a capacidade de manter acesa a chama de viver.
Durante os momentos compartilhados, o ritmo mais calmo do idoso foi propiciando um freio para a nossa rotina acelerada. Foram enriquecedores:  a sabedoria prática, as memórias afetivas, os conselhos de vida, os exemplos de coragem e superação sempre confirmadores do amor e misericórdia de Deus.


Gostar de ouvi-las e a dedicação sem pressa agregaram valores à experiência retida.


 Vivenciamos...a inseparável relação entre o amor a Deus e o amor ao próximo.


 Roseleine G. de Oliveira


Catequista I.V.C e responsável pela Catequese Perseverança


 


 


Arthur: Gostei muito de ter ido e participado desse momento que foi tão especial. Estar ao lado das pessoas mais idosas me lembrou de meus avós, e fiquei triste pelas pessoas que estão lá não terem o carinho e atenção que mereciam.


Enquanto estávamos lá, fiquei muito contente com a atenção das pessoas a respeito dos jogos e suas regras e a respeito do respeito e educação delas.


Por tudo isso, achei essa visita muito especial e espero voltar com meu irmão, para que ele experimente socializar com outras pessoas de diversas idades.


 


Júlia: A visita foi uma boa experiência que ficará marcada, nós brincamos, conversamos e nos divertimos.


 


João Pedro: Eu gostei muito da visita, pois conseguimos entreter as senhoras com brincadeiras e compartilhar experiências de vida.


 


Vittória: Gostei muito da experiência de visitar as senhoras. Fiquei feliz por poder passar um tempo com elas e jogar Dominó. Foi muito legal conversar, dar risadas e ver como elas ficaram felizes com a nossa presença.


Percebi que pequenos gestos de carinho e atenção podem fazer muita diferença. Saí de lá com o coração feliz e muito grata por ter participado desse momento tão especial.


 


Rodrigo: Foi uma tarde muito especial. Tivemos a oportunidade de conversar com as idosas, jogar Stop e, acima de tudo, trocar experiências e histórias de vida. Uma pessoa, em especial, me marcou profundamente: uma senhora de 98 anos, extremamente lúcida e cheia de sabedoria. Estar ao lado dela me fez lembrar do meu avô, que partiu ainda muito jovem. De alguma forma, esse encontro despertou lembranças e sentimentos muito especiais, mostrando como cada pessoa carrega uma história capaz de tocar o coração de quem a escuta.


 


Augusto Luís: Primeiro eu conversei com a Elisa e jogamos Dominó. Depois conheci a Marisa e a ensinei a jogar Dominó. Ela tinha um pouco de dificuldade nas mãos, mas era bem animada e foi divertida nossa troca. Quando estava quase no final da visita eu toquei flauta para algumas idosas acamadas. Elas sorriram lembraram das músicas: Asa Branca e um trecho da 5ª Sinfonia de Beethoven.


Eu gostei de fazer essa visita e fiquei contente por estar com elas.


 


João Gabriel: Logo que chegamos na casa das idosas, joguei Dominó com Elisa. Ela não gostava de jogos. Depois começou a contar um pouco da história da sua vida. Falou que não gostava de estar ali porque queria voltar a morar em São Paulo. Disse também que gostava de plantas e sabia vários nomes delas.


Fazia leitura racional por 3 horas todos os dias. Eu senti que fiz o bem apenas estando ali, escutando-a falar.


 


Clarissa: Passei por algumas idosas, Elisa, Marisa e outras que não me recordo o nome.


Algumas muito debilitadas fisicamente e outras já apresentavam confusão mental. Ao começar a interagir com jogos, conversas, escuta, músicas, o brilho no olhar e o sorriso preencheram os seus rostos. Fiquei contente em participar dessa obra de misericórdia e caridade. Entendo que é muito necessário e deve se repetir mais vezes.


A gente fica com o sentimento de que fez o bem a alguém, mas que há muito mais a se fazer e que precisa ser de forma contínua.


 

Visita do Grupo da Perseverança 2026
06-08-2026
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